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Tendências para o Instagram em 2026: o que vai mudar (e o que você precisa começar a fazer agora)

  • Foto do escritor: Aline Simon
    Aline Simon
  • 2 de nov. de 2025
  • 4 min de leitura

Entre os dias 07, 08 e 09 de outubro de 2025, participei do Workshop de Tendências do Rafael Kiso, um dos maiores especialistas do Brasil em marketing digital, dados e comportamento nas redes sociais.

Foram três dias intensos de aprendizado sobre o futuro do Instagram e o que ele apresentou é um verdadeiro mapa para quem quer crescer de forma estratégica e sustentável em 2026.


O Instagram que conhecemos está passando por uma das maiores transformações desde o seu lançamento. A plataforma está deixando de ser um espaço de postagens para se tornar um ecossistema inteligente, movido por dados, comportamento e inteligência artificial.

A seguir, você vai entender as principais tendências para o Instagram em 2026, com explicações, exemplos e o que fazer na prática para se adaptar.


1. O fim do feed vitrine

O feed não é mais um funil de vendas. O Instagram deixou de ser um lugar onde as pessoas escolhem quem seguir para se tornar um espaço de descoberta e recomendação de conteúdo.

O que funciona agora é o conteúdo que se infiltra nas conversas culturais — aquele que representa o que as pessoas estão vivendo e pensando no momento. Marcas que ainda tratam o feed como vitrine estão falando sozinhas.


Exemplo: um post sobre “como aumentar o engajamento” perde força perto de um conteúdo que discute “por que as pessoas pararam de comentar nas redes sociais”. É a diferença entre informar e provocar reflexão.


O conteúdo que vende não é o que grita, é o que se conecta.


2. O marketing híbrido: orgânico e pago juntos

Durante o workshop, o Rafael Kiso reforçou que o futuro é o equilíbrio. O conteúdo orgânico constrói confiança e relacionamento, enquanto o pago amplia e acelera resultados.

Quem depende só de tráfego pago perde autenticidade.Quem aposta apenas no orgânico perde escala.

A combinação dos dois — com estratégia — é o que cria resultados sustentáveis.


Exemplo: usar posts orgânicos com alto engajamento para fazer campanhas de distribuição paga. Assim, você impulsiona algo que já tem prova social e aumenta o alcance sem perder naturalidade.


O orgânico abre portas, o pago empurra você pra dentro.


3. A inteligência artificial como aliada estratégica

A IA vai automatizar cada vez mais o marketing dentro da Meta — desde campanhas completas até a geração de imagens, vídeos e legendas. Mas o diferencial não estará na ferramenta, e sim em quem souber usá-la com inteligência humana.


O profissional do futuro será aquele que une dados, experiência e interpretação.

Exemplo: usar o ChatGPT ou o Meta AI para criar roteiros de vídeo e depois ajustar o tom, as referências e a estrutura de acordo com a persona da marca.


A IA executa, mas é a estratégia humana que decide o caminho.


4. Relevância cultural e velocidade de reação

As marcas que mais crescem são as que entendem o momento. Falar de temas atuais, reagir a tendências e participar de conversas reais gera o que o Kiso chama de presença cultural.


Exemplo: aproveitar o lançamento de um filme, um evento esportivo ou uma tendência social para conectar a sua mensagem à conversa do momento.


Quem demora a reagir, deixa o algoritmo esquecer.


5. A força das comunidades

Mais do que seguidores, as pessoas buscam pertencimento.Segundo o Kiso, 70% dos usuários afirmam que querem fazer parte de algo maior.

Marcas que criam comunidades ativas — com propósito, diálogo e interação — constroem vínculos reais e de longo prazo.


Exemplo: criar um grupo no WhatsApp ou Close Friends com clientes, alunos ou fãs da marca para compartilhar bastidores e aprendizados exclusivos.


Seguidores esquecem, comunidades defendem.


6. O conteúdo que conversa

O futuro do Instagram é conversacional. Os comentários, DMs e marcações se tornam mais importantes que curtidas ou alcance.

O foco agora é criar conteúdo que gere diálogo, troca e interação genuína.


Exemplo: abrir caixinhas de perguntas, repostar respostas, responder nos comentários e continuar a conversa nos stories.


Quem não conversa, some do feed e da memória.


7. A ascensão dos microinfluenciadores

Os grandes influenciadores perderam espaço em 2024 e 2025 por conta da falta de credibilidade e excesso de publicidade. Em 2026, as marcas vão investir cada vez mais em microinfluenciadores locais, que têm comunidades engajadas e conexões reais.


Exemplo: uma marca de roupas nacional que fecha parceria com criadoras de cidades menores para mostrar o produto no dia a dia, integrado ao contexto daquela cidade.


O futuro da influência é real, local e confiável.


8. A personalização guiada por dados

Os dados próprios (first-party data) são o novo ouro do marketing digital. O Instagram está cada vez mais integrado com sistemas de CRM e plataformas de automação, o que permite personalizar a comunicação de forma muito mais precisa.


Exemplo: segmentar campanhas para pessoas que interagiram com um determinado tipo de post ou que salvaram um conteúdo específico.


O dado certo vale mais do que mil visualizações erradas.


9. O social media do futuro

O profissional que vai se destacar em 2026 não é o fazedor de posts, e sim o estrategista de relações. Um profissional que une criatividade, leitura de dados e visão de negócio.


Exemplo: em vez de apenas postar um vídeo de dicas, analisar os comentários, entender o que mais gerou curiosidade e transformar isso em uma nova série de conteúdos.


Postar é fácil. Interpretar é o que gera resultado.


10. O resumo de tudo

  • O Instagram está deixando de ser uma rede social para se tornar um ecossistema inteligente de busca, recomendação e compra.

  • O equilíbrio entre orgânico e pago será o diferencial.

  • A IA será indispensável, mas a interpretação humana continuará sendo insubstituível.

  • As marcas que construírem comunidades, dialogarem e reagirem rápido às tendências terão mais espaço.


Conclusão

O futuro do Instagram é feito de pessoas, propósito e precisão. A tecnologia será o motor, mas a estratégia continuará sendo o volante.


Quem dominar essa combinação entre inteligência artificial, leitura de dados e autenticidade humana não só vai sobreviver às mudanças, como vai crescer com elas.

E você, já está se preparando para o Instagram de 2026?


Gostou desse conteúdo? Lá no meu Instagram tem mais! Com carinho, Aline



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